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Após recomendação do Mapa, Idaf suspende exigência de vacina contra influenza equina no Acre

Após recomendação do Mapa, Idaf suspende exigência de vacina contra influenza equina no Acre

Após recomendação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf) suspendeu temporariamente, por meio da Portaria Idaf nº 97, de 16 de março de 2026, a obrigatoriedade da apresentação do atestado de vacinação contra influenza equina para a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) no estado.

A medida segue orientação do Mapa, por meio do Ofício nº 134/2026 do Departamento de Saúde Animal, direcionado às Superintendências de Agricultura e Pecuária, aos órgãos executores de sanidade agropecuária e aos setores de fiscalização estaduais, e passa a valer de forma imediata em todo o território acreano.

A decisão ocorre diante de um cenário de desabastecimento crítico de vacinas contra a doença no mercado brasileiro. A medida tem caráter temporário e poderá ser revista conforme a evolução do cenário sanitário.

Idaf suspendeu temporariamente a obrigatoriedade da apresentação do atestado de vacinação contra influenza equina para a emissão da GTA. Foto: cedida.

Com a suspensão, os produtores e responsáveis por equídeos ficam dispensados, neste momento, de apresentar o comprovante de vacinação contra a doença para a emissão da GTA para eventos, documento obrigatório para o transporte de animais.
O Idaf reforça, no entanto, que a vacinação continua sendo uma importante medida de prevenção e controle da influenza equina, contribuindo para a saúde dos animais e para a segurança sanitária do rebanho no estado.

De acordo com a coordenadora do Programa Estadual de Sanidade dos Equídeos (PESE/AC), Grisiela Pessoa, a medida busca alinhar o estado às diretrizes nacionais sem comprometer a vigilância sanitária. “É importante destacar que a vacinação continua sendo recomendada, pois é uma das principais formas de prevenção contra a influenza equina. Os produtores devem manter os cuidados sanitários e ficar atentos a qualquer sinal clínico nos animais”, destacou.

Vale ressaltar que produtores que ainda encontrarem a vacina devem realizar a aplicação, como forma de prevenção e proteção dos animais contra a doença.

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