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Governo recebe recursos federais para continuidade das obras da Casa da Mulher Brasileira em Rio Branco

Governo recebe recursos federais para continuidade das obras da Casa da Mulher Brasileira em Rio Branco

O governo do Acre recebeu um novo repasse de recursos para a continuidade das obras da Casa da Mulher Brasileira, em Rio Branco. O montante transferido foi de R$ 228,4 mil, destinado pelo Ministério das Mulheres, por meio da Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.

A primeira unidade da capital acreana está sendo construída na Via Verde, próximo à Rodoviária Internacional, no Segundo Distrito. As obras foram  iniciadas em outubro do ano passado.

A liberação do recurso contou com acompanhamento direto da Representação do Governo do Acre em Brasília (Repac), que atuou junto ao ministério para garantir a tramitação técnica e financeira do repasse.

Acre recebeu mais R$ 228,3 mil em recursos federais para a continuidade das obras da Casa da Mulher Brasileira, em Rio Branco. Foto: José Caminha/Secom

O secretário da Repac, Fabio Rueda, destacou a importância do trabalho institucional desenvolvido na capital federal. “A Representação tem atuado de forma permanente no acompanhamento dos convênios e na articulação com os ministérios. Esse novo repasse demonstra que o Acre está com seus projetos regulares e avançando. Nosso papel é garantir que os recursos cheguem ao Estado para que obras estratégicas, como a Casa da Mulher Brasileira, tenham continuidade e sejam entregues à população”, afirmou.

O estado foi o primeiro da Região Norte do país a receber o centro de referência. Atualmente, o Acre conta com unidades em Cruzeiro do Sul e Epitaciolândia.

A Casa da Mulher Brasileira concentra em um único local serviços especializados e multidisciplinares, como acolhimento e triagem, apoio psicossocial, delegacia, juizado, Ministério Público, Defensoria Pública, promoção de autonomia econômica, brinquedoteca, alojamento de passagem e central de transportes. O objetivo é facilitar o acesso das mulheres aos serviços de proteção, evitar a revitimização e promover autonomia e empoderamento feminino.

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