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Nova Academia de Letras marca avanço cultural em Brasiléia

Nova Academia de Letras marca avanço cultural em Brasiléia

Mais um evento simbólico para o fortalecimento da identidade cultural do Acre. Trata-se do início da criação da Academia Brasileense de Letras, na cidade de Brasiléia, na regional do Alto Acre, distante 235 quilômetros da capital, Rio Branco.

Com o apoio de emenda parlamentar do deputado estadual Whendy Lima, a Academia Acreana de Letras (AAL) esteve presente no referido município, na última sexta-feira, 11, para dar suporte à fundação e organização da entidade de Brasiléia.

O encontro foi realizado no auditório do Centro de Educação Profissional (CEDUP) e contou com a presença do presidente da Academia Acreana de Letras, professor Adalberto Queiroz, acompanhado do secretário, professor José Dourado, e do diretor de Patrimônio, desembargador Pedro Ranzi.

Na oportunidade, o presidente Adalberto Queiroz realizou uma palestra sobre a abordagem clássica da temática em questão, além de relatar as técnicas aplicadas ao sistema de funcionamento de uma Academia de Letras.

“Estamos trabalhando para construir mais um espaço de valorização da literatura, da memória e das expressões regionais, incentivando a produção intelectual e o estímulo à leitura”, destacou Adalberto Queiroz.

Diante de um público formado por intelectuais, artistas, líderes comunitários e representantes da Prefeitura de Brasiléia, o evento teve continuidade com a palestra do professor José Dourado, que abordou aspectos históricos da Academia de Letras do Acre, com destaque para a revista da entidade, editada com recursos de outra emenda do deputado Whendy Lima.

O desembargador Pedro Ranzi também compartilhou seus conhecimentos e destacou os aspectos jurídicos necessários para a implementação de uma Academia de Letras. Ao final do encontro, a professora Gislene Salvatierra foi apresentada como presidente da Academia Brasileense de Letras.

A reunião para o início das atividades da Academia Brasileense de Letras também contou com o apoio do Governo do Acre, por meio da Fundação Elias Mansour (FEM), da Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Cultura (SEE), da Prefeitura de Brasiléia e da Universidade Unificada do Brasil.

Créditos: André Araújo

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